
The Unreasonable Chords Of Life
domingo, 21 de outubro de 2012
Será "Catarina"?

terça-feira, 25 de setembro de 2012
A Chuva
Enquanto uns não gostam, outros adoram… E eu adoro! Só de pensar as inúmeras coisas que podemos fazer quando está a chover… O que seriam das tardes de inverno aninhados no sofá a ver um filme, a comer pipocas enquanto a chuva cai lá fora? O que seria das loucuras dos amantes se não tivessem a chuva como pano de fundo? Então e os beijos molhados à chuva, sem medo das constipações ou da roupa molhada? O Verão pode ser muitas coisas, mas o Inverno consegue ser mais! Se nunca estiveram numa praia quando está a chover e o vento sopra forte, então nunca aproveitaram a natureza como deviam… Quando o fizerem, sintam o cheiro do mar salgado e da areia molhada… Tirem os sapatos e caminhem na areia fresca e molhada e deixem-se levar por aquela sensação relaxante. Os sons, os cheiros… Acho que quando chove tudo se torna mais envolvente, mais forte! Ouvir a chuva bater na janela é tão bonito como ouvir a guitarra dar notas altas no meio de um solo… Ouvir o vento assoprar consegue ser tão relaxante como a melodia da nossa balada favorita… Quer seria de nós, artistas e apaixonados, sem a inspiração da chuva? Quantos poetas, músicos, escritores não se sentaram com um papel à sua frente a escrever enquanto a chuva caía? Eu pessoalmente adoro este tempo.
E o sol? Ah sim, o refrescante sol que aparece após uma chuvada forte e nos delicia os olhos com um bonito arco-íris! Dizem que se chegarmos ao fim do arco-íris encontramos um pote de ouro… Mas a verdade é que não precisamos de chegar ao fim do arco-íris… O nosso “ouro” pode estar mesmo ao nosso lado.
Para mim o melhor do ano não será o Verão… Claro que tem boas coisas, mas o Inverno é algo extraordinário… A chuva que cai no Inverno é diferente da do Verão. Parece-me mais aconchegante… Convida-nos a ir lá para fora saltar nas poças de água, a deixarmos a timidez de lado e dizermos o que realmente sentimos…
E à noite… Oh, como eu adoro dormir ao som do vento e da chuva! É como música para os meus ouvidos!
A chuva cai lá fora e nós, cá de dentro, olhamos e acenamos sem sequer sabermos… Porque ela agradece que nós nos lembremos dela sempre que estivermos aninhados no sofá, ou a passear lá fora, ou abraçados à nossa cara metade vivendo a vida como ela deve ser vivida.
A água é vida e a chuva existe para nos lembrar que estamos vivos.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
De repente, já nos 20
Posso dizer que… Foi possivelmente o verão que mais vou recordar. As pessoas certas, os sítios certos, os momentos certos… e as pessoas erradas, os sítios errados e os momentos errados. Mas afinal, nada é perfeito certo? E o mundo precisa de equilíbrio.
Quando chegamos à meta dos 20, além de dizermos “Estou a ficar velho…”, apercebemo-nos que o tempo parece passar mais rapidamente, os momentos são curtos, e pessoas vão saindo da nossa vida… Mas também é nesta idade que nos definimos e percebemos quem são as pessoas que queremos guardar nos anos que virão.
Pois é… O grande dilema dos 20 e do “Tens o mundo à tua frente. A partir de agora, caminhas pelo teu próprio pé.” deixa-nos algo assustados e com receio do que possa vir. Aqueles que são ousados não têm medo e seguem em frente… Mas depois há aqueles que, talvez por falta de preparação, ainda andam de bicicleta com rodinhas. Minha gente, deixem-se disso. Vocês são homens e mulheres adultos, a geração do futuro e que irá (esperemos nós) salvar o mundo da destruição que as gerações começaram. Mas, para lerem sobre consciência ambiental e essas coisas todas, ouvem os vossos papás e mamãs, ou vêem as noticias. Enfim…
Como é que lidamos com o facto de a vida nos estar a escapar? Quer dizer, parece que ainda ontem tínhamos 16 anos e nada nos preocupava a não ser a nossa insignificante e minúscula existência! Mas ninguém vive para sempre… E puff, de repente já nos 20! Chega a uma altura em que, todos nós que nascemos antes de 1993, metemos a mão na cabeça e pensamos nisto. E é a partir daí meus caros, que damos valor às pequenas coisas.
Prestamos atenção ao mundo que nos rodeia, às pessoas com quem nos relacionamos e à nossa vida futura… Casar, ter filhos, ter um emprego e conseguir sobreviver no mundo passam a ser algumas das imensas prioridades que cada um decide dar à sua vida. E no final… Onde ficamos nós? Onde fica aquele momento no espaço e no tempo só nosso? Pois, não fica…
Mas, para aqueles que ainda o preservam, nada é mais saboroso, e cada um decide preenche-lo com o que quiser.
Eu? Ora, é com o que calha… Mas acredito que os meus amigos e família são a prioridade máxima. Seguida pela minha música e só no fim, eu mesmo.
Talvez seja cedo… Mas este verão/ano acredito que encontrei as pessoas que me vão acompanhar até ao fim. Fiéis até ao Apocalipse!
Como é que posso ter a certeza? Bem, acho que passámos todas as provas de fogo com distinção. Conseguimos suportar-nos uns aos outros dias inteiros, resolvemos os nossos conflitos como gente adulta e ninguém foi deixado para trás!
Valorizem aquelas pessoas que encontram depois dos 20… Algumas delas podem ser aquelas que vos vão acompanhar durante os longos anos que se avizinham.
E aqueles que ficaram, são os verdadeiros amigos… Aqueles que foram, não estavam destinados a ficar.
Não neguem nenhum momento… Nunca se sabe quando pode ser o ultimo.
E, se um dia se sentirem sozinhos, acreditem que ao vasculhar a vossa lista telefónica, vão encontrar alguém com quem vão ter imensa vontade de falar, porque outrora, aquela pessoa vos fez sorrir.
Estou de volta bloggers… E voltei para ficar.
Ciao
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Vou tentar mudar, por ela.
sábado, 21 de abril de 2012
A minha parede imaginária
Já me disseram para mudar, ser frio e controlar-me… Desculpa, mas já te disse que não consigo! É irritante mas não consigo. Mas lá vou eu, mais uma vez bater com a cabeça, sofrer mais um bocadinho. Talvez um dia desperte, só não espero que seja tarde demais. É triste mas… Citando uma pessoa “Os bonzinhos lixam-se sempre”. Será que se eu tratar mal uma rapariga e a ignorar ela vai correr atrás de mim? É deixar ver.
Até lá, fuck it all… I’M AWESOME!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
"Mas podemos continuar amigos!"

Então talvez seja verdade… Quer dizer, já perdi contas às vezes que isto me aconteceu, mas acabo sempre por voltar ao mesmo sítio. É o vazio, a sensação de nada. Quando penso que já aprendi a lição e estou a lidar com as situações da maneira que devia, aparece alguém e lá vai tudo por água abaixo. É como saber que o fogo queima, e ainda assim, ir lá meter as mãos… Ou saber que algo nos faz mal e ainda assim usar. São coisas complicadas que nem o melhor psicólogo à face da Terra consegue explicar. A única explicação que eu encontro para este, mais que normal, comportamento é que nos deixamos envolver pelo nosso lado irracional e perdemos o controlo da realidade. Se há algo que eu aprendi é que nunca, mas nunca vamos ter tudo controlado. “Ah e tal, eu aguento, a mim já não me apanham naquela situação outra vez…” e passado uns tempos, pimba! É ridículo, mas é a realidade. Uma coisa já meti na cabeça… Talvez nunca passe disto e eu seja sempre a personagem da história a quem é dito “Mas podemos continuar amigos!”… Chega de ideias ilusórias, nunca serei mais que um amigo para quem quer que seja.
Ah mas querem saber aquilo que me mói o juízo e me deixa realmente revoltado?! Aqueles que podem ter, não aproveitam… Aqueles que aproveitariam ou aproveitaram, não têm.
domingo, 4 de março de 2012
Oh Lua, Querida Lua

Hoje, durante uma das minhas caminhadas nocturnas, olhei para cima e sabes o que vi? A Lua. Sabes o quão importante ela é para mim? Nunca chegarás a saber porque simplesmente desapareceste antes de eu sequer to explicar.
Desde o início que a Lua esteve lá, olhando impávida e serena para nós, enquanto nos envolvíamos e escrevíamos a nossa, apesar de pequena, história. Ela é a única que realmente sabe o que se passou… Ela ouviu as nossas conversas, sentiu o nosso nervosismo, viu as nossas trocas de olhares e ela, apesar de estar destinada à sua eterna Solidão, acenou-nos graciosa e inocentemente, sem nós sequer notarmos, como sinal de aprovação e felicidade. Pobre Lua… Lá em cima, sozinha… No entanto, acompanhou-nos para todo o lado, nas nossas loucuras nocturnas, sem sequer se pronunciar. Não, não acho que tenha sido tempo perdido, pois a Lua bem sabe que eu não sou homem de arrependimentos. Acredito que tudo o que vivi contigo, tornei em experiências e vivências, memórias para mais tarde recordar quando me sentir desolado e abandonado pelo mundo. Tudo o que de bom aconteceu, guardo para poder sorrir. Tudo o que de menos bom aconteceu, não tento esquecer, mas também não tento guardar… Apenas tento não lembrar.
Será possível que algum dia nos voltemos a encontrar para relembrarmos tudo? Talvez… Eu gostava que sim. Deixas-te a tua marca em mim… E nós deixámos a nossa marca na Lua, tal como todos os amantes antes de nós e todos aqueles que se irão encontrar sob a discreta luz do Luar e a escuridão da noite.
Não, não me esqueci do Sol, aquela estrela que nos ilumina… Sim, porque mesmo ele, marcou a nossa história, muito antes da hora. Quem diria que ele presenciaria o princípio? Pensar que uma manhã, uma ideia espontânea e o lugar certo na hora certa podem mudar tudo… Tu, Sol, podes ter visto a introdução, mas a Lua viu o desenvolvimento. E o fim? Bem, acho que ambos observaram o início do fim…
Pergunto-me qual de vós, Sol e Lua, irá marcar o novo capítulo. Não é uma questão que me assola a mente… Apenas me deixa curioso, mais nada!
Mas sei que, independentemente de qual de vós seja, ambos vão acompanhar o desenvolvimento.
Sim Lua, já vou! Este é o sinal que a Lua aguarda que vá descansar, para daqui a umas horas eu puder o Sol cumprimentar… Afinal, bem vendo as coisas, já me alonguei no meu desabafo.
Oh Lua, querida Lua, tu que tanto viste, ouviste e sentiste, de ti me despeço por agora. Peço desculpa se disse algo errado, mas já sabes que nunca tive muito jeito com as palavras!